Sonhar será que vale a mesmo a pena?
Muitas vezes traçamos nossa vida por meio de uma esperança, de uma busca constante de encontrar a felicidade.
Porém, as vezes aquilo que parece estar perto esta mais distante do que conseguimos perceber.
Nossas quimeras são lançadas com redes em uma pescaria, muitas vezes não sabemos o que vamos pescar, e, nem se na verdade pescaremos, mas temos que lançar as redes, pois esse é nosso ofício, essa é nossa vocação.
Mas eu torno a perguntar sonhar é bom?
Mesmo sabendo que nossos sonhos podem nunca se realizar, podem jamais ser alcançados?
Bom a resposta deve partir do coração de cada um de nós.
Eu últimamente não estou tendo muitos sonhos, mas estou plantando na vida das pessoas a esperança e a novidade de um mundo cheio de luz de vida.
Um abraço e até a próxima.
LA TANISH
MINHA VONTADE AQUI É FAZER A PALAVRA DE DEUS CHEGAR EM TODOS OS CORAÇÕES E QUE ELA TRANSFORME MUITAS VIDAS E MUITOS MILAGRES POSSAM ACONTECER. A BÊNÇÃO DE DEUS PARA TODOS VOCÊS. Obs.: As fotos colocadas no blog, eu respeito os artistas, mas peço a gentileza de me emprestarem... .................................................Terminarei todas as postagens como uma frase em árabe: "LA TANISH" - que quer dizer: "NÃO SE ESQUEÇA DE MIM".
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
UMA DECLARAÇÃO DE AMOR
Vou lhe fazer uma declaração de amor, mesmo sabendo que como o sol e a lua jamais nos tocaremos, ou como os trilhos de uma linha de trem, caminharemos lado a lado, mas jamais iremos cruzar nossos caminhos.
Nesta minha declaração, eu vou contemplar toda a sua beleza, o perfume dos seus cabelos e o brilho que sai dos seus olhos.
A melodia suave que sai de seus lábios e o som contagiante das batidas do seu coração.
Vou tentar descrever a delicadeza de suas mãos e seus passos largos e seguros.
Vou desenhar na minha imaginação o resplendor de sua beleza, e a meiguice de seu olhar.
O seu sorriso gostoso também quero fazer presente na minha declaração.
Quero poder lembrar, das tantas vezes que eu lhe prometi o cintilar das estrelas, mesmo sabendo que eu nunca iria chegar tão alto, nem mesmo com toda a minha imaginação, mas isso não importava, pois você era simples e tudo alegrava seu coração.
Quero lembrar-me de nossos passeios para lugar nenhum, mas também não precisávamos de roteiro, pois o caminho mais importante eu já conhecia que era o caminho e trilhar do seu coração.
Nesta declaração eu quero lembrar-me da vez que deitei no meio da rua e gritei que eu amava você, você sorriu se sentiu feliz, me deu um beijo e foi embora.
Foi embora para sempre e eu nunca mais vi, toquei ou senti seu perfume, mas quem sabe um dia você ainda ouve meu apelo pelas madrugadas e sai na janela para dizer que ainda...
Essa era minha declaração.
Adeus,
a única coisa que sobrou foi uma garrafa de água pela metade.
Essa declaração eu escrevi, para ajudar um amigo que estava apaixonado, e, por sorte eu conquistou sua bela.
Estão juntos e felizes.
Um abraço e até a próxima.
LA TANISH
Nesta minha declaração, eu vou contemplar toda a sua beleza, o perfume dos seus cabelos e o brilho que sai dos seus olhos.
A melodia suave que sai de seus lábios e o som contagiante das batidas do seu coração.
Vou tentar descrever a delicadeza de suas mãos e seus passos largos e seguros.
Vou desenhar na minha imaginação o resplendor de sua beleza, e a meiguice de seu olhar.
O seu sorriso gostoso também quero fazer presente na minha declaração.
Quero poder lembrar, das tantas vezes que eu lhe prometi o cintilar das estrelas, mesmo sabendo que eu nunca iria chegar tão alto, nem mesmo com toda a minha imaginação, mas isso não importava, pois você era simples e tudo alegrava seu coração.
Quero lembrar-me de nossos passeios para lugar nenhum, mas também não precisávamos de roteiro, pois o caminho mais importante eu já conhecia que era o caminho e trilhar do seu coração.
Nesta declaração eu quero lembrar-me da vez que deitei no meio da rua e gritei que eu amava você, você sorriu se sentiu feliz, me deu um beijo e foi embora.
Foi embora para sempre e eu nunca mais vi, toquei ou senti seu perfume, mas quem sabe um dia você ainda ouve meu apelo pelas madrugadas e sai na janela para dizer que ainda...
Essa era minha declaração.
Adeus,
a única coisa que sobrou foi uma garrafa de água pela metade.
Essa declaração eu escrevi, para ajudar um amigo que estava apaixonado, e, por sorte eu conquistou sua bela.
Estão juntos e felizes.
Um abraço e até a próxima.
LA TANISH
sábado, 20 de novembro de 2010
CRISTO REI
Um rei?
Sim irmãos e irmãs, um rei!
Jesus não é rei como esperavam, pois sua forma de reinar é diferente. Ele não busca nada triunfante, apenas mostra com sua simplicidade o Reino de Deus. Porém, não podemos imaginar que faça isso de qualquer jeito, pois ele é muito firme na sua proposta.
Jesus é um rei diferente, ele não oprime e não obriga ninguém a segui-lo, mas sempre mostra uma oportunidade, uma alternativa que conduz para a vida e para a liberdade.
Jesus é um rei diferente, porque ao invés de mantos coloridos e brocados de ouro traz uma túnica surrada, sua coroa não é de ouro ou diamantes, mas de espinhos, não traz anéis nos dedos, mas sim a mão aberta para acolher todas as pessoas, principalmente, os mais pobres, fracos e oprimidos.
Jesus é um rei diferente, que ao invés de se sentar em um trono, assume uma cruz pesada de madeira, para ser seu trono salvador, com a intensão e propósito de atrair para si.
A cruz era um sinal de humilhação, a pior de todas as formas de morrer, mas por amor e compromisso com a libertação de seu povo ele a aceita livremente.
Jesus é um rei diferente, porque mesmo na cruz ele tem coragem de levar a esperança e a salvação para o ladrão que pede a sua misericórdia.
Jesus é um rei diferente, porque não destrói seus inimigos como o poder da guerra ou da morte, mas que pede e comunica com amor que as pessoas aceitem a sua proposta libertadora.
Jesus é um rei diferente, porque do alto da cruz atrai todas as pessoas para si e tem coragem de salva-las, e, é no alto da cruz que se dá início a nova criação. A criação dos redimidos.
Por fim a lição que temos que aprender é esta: a fraqueza e a fragilidade da cruz são a força e o poder de Deus. Deus é o único que pode mudar o mundo e a vida de cada um de nós.
A cruz é o trono, não de um derrotado, mas o sinal de fé, amizade e o testemunho é o anúncio do verdadeiro discípulo. A morte e a ressurreição são a sabedoria infinita e misericordiosa de Deus.
Jesus é um rei diferente, pois é um rei que existe para servir, amar, perdoar e dar a salvação.
Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo.
Um abraço e até a próxima.
LA TANISH
Sim irmãos e irmãs, um rei!
Jesus não é rei como esperavam, pois sua forma de reinar é diferente. Ele não busca nada triunfante, apenas mostra com sua simplicidade o Reino de Deus. Porém, não podemos imaginar que faça isso de qualquer jeito, pois ele é muito firme na sua proposta.
Jesus é um rei diferente, ele não oprime e não obriga ninguém a segui-lo, mas sempre mostra uma oportunidade, uma alternativa que conduz para a vida e para a liberdade.
Jesus é um rei diferente, porque ao invés de mantos coloridos e brocados de ouro traz uma túnica surrada, sua coroa não é de ouro ou diamantes, mas de espinhos, não traz anéis nos dedos, mas sim a mão aberta para acolher todas as pessoas, principalmente, os mais pobres, fracos e oprimidos.
Jesus é um rei diferente, que ao invés de se sentar em um trono, assume uma cruz pesada de madeira, para ser seu trono salvador, com a intensão e propósito de atrair para si.
A cruz era um sinal de humilhação, a pior de todas as formas de morrer, mas por amor e compromisso com a libertação de seu povo ele a aceita livremente.
Jesus é um rei diferente, porque mesmo na cruz ele tem coragem de levar a esperança e a salvação para o ladrão que pede a sua misericórdia.
Jesus é um rei diferente, porque não destrói seus inimigos como o poder da guerra ou da morte, mas que pede e comunica com amor que as pessoas aceitem a sua proposta libertadora.
Jesus é um rei diferente, porque do alto da cruz atrai todas as pessoas para si e tem coragem de salva-las, e, é no alto da cruz que se dá início a nova criação. A criação dos redimidos.
Por fim a lição que temos que aprender é esta: a fraqueza e a fragilidade da cruz são a força e o poder de Deus. Deus é o único que pode mudar o mundo e a vida de cada um de nós.
A cruz é o trono, não de um derrotado, mas o sinal de fé, amizade e o testemunho é o anúncio do verdadeiro discípulo. A morte e a ressurreição são a sabedoria infinita e misericordiosa de Deus.
Jesus é um rei diferente, pois é um rei que existe para servir, amar, perdoar e dar a salvação.
Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo.
Um abraço e até a próxima.
LA TANISH
terça-feira, 16 de novembro de 2010
ESTAR DE BEM
Esses dias passados aconteceu um incidente em minha Comunidade Paroquial, algo realmente muito triste.
Duas pessoas entraram numa contenda e vieram pedir para que eu tomasse uma decisão, que eu resolve o quanto antes quem estava certo e quem estava errado.
Fiquei numa situação nada agradável, pois respeito e gosto das duas pessoas.
Ouvi em separado cada uma das versões, cada uma contou do seu jeito. Ouvi como muito cuidado, pois me colocaram como juiz.
Depois de ouvidas as duas pessoas, fui para minha casa.
E elas cada vez que me viam me cobravam.
Eu enrolei o que pude e passados alguns dias tomei uma decisão, já sabendo qual seria a conclusão.
Mas, mesmo assim, falei com cada uma delas e quem questionaram dizendo por que demorou tanto pra resolver?
Eu disse que o tempo também é um bom remédio, e que ele cura emoções feridas, cura corações partidos, e, resolve qualquer situação.
Que um momento de furia pode ser resolvido com paciência e oração.
Por isso que eu tinha esperado pacientemente.
Elas me olharam e disseram que bom! pois já resolvemos e estamos de bem.
É isso que é importante estar de bem.
Um abraço e até a próxima.
LA TANISH
Duas pessoas entraram numa contenda e vieram pedir para que eu tomasse uma decisão, que eu resolve o quanto antes quem estava certo e quem estava errado.
Fiquei numa situação nada agradável, pois respeito e gosto das duas pessoas.
Ouvi em separado cada uma das versões, cada uma contou do seu jeito. Ouvi como muito cuidado, pois me colocaram como juiz.
Depois de ouvidas as duas pessoas, fui para minha casa.
E elas cada vez que me viam me cobravam.
Eu enrolei o que pude e passados alguns dias tomei uma decisão, já sabendo qual seria a conclusão.
Mas, mesmo assim, falei com cada uma delas e quem questionaram dizendo por que demorou tanto pra resolver?
Eu disse que o tempo também é um bom remédio, e que ele cura emoções feridas, cura corações partidos, e, resolve qualquer situação.
Que um momento de furia pode ser resolvido com paciência e oração.
Por isso que eu tinha esperado pacientemente.
Elas me olharam e disseram que bom! pois já resolvemos e estamos de bem.
É isso que é importante estar de bem.
Um abraço e até a próxima.
LA TANISH
sábado, 13 de novembro de 2010
UMA NOVIDADE
Hoje eu vim aqui para mostrar para todos vocês eu novidade, uma experiência gostosa de se fazer de Deus em beneficio da comunidade na qual participo.
Vim falar de algo que pode mudar completamente a sua vida. De algo que pode fazer você se tornar uma cristão muito mais feliz e cheio de testemunho para dar aos outros.
A liturgia vem nos falar da destruição do templo o do fim do mundo, não quero jamais me opor a vontade e aos designíos de Deus, mas eu vim para mostrar para todos vocês que hoje uma forma totalmente nova de acreditar que o futuro não será de destruição, mas de construção, partilha, devolução, louvor e gratidão.
Hoje vim falar com vocês sobre a experiência rica e gratificante de Deus, experiência inovadora e construtora do Reino de Deus no meio de nós e de nossa comunidade.
Vim mostrar para vocês de final deste ano litúrgico, a importância de começar um novo ano com uma mudança radical em nossa vida.
Vocês devem estar se perguntando o que será essa novidade tão grande, esse milagre tão estupendo que poderá mudar tanto assim a minha vida?
Pois bem, irmãos e irmãs, estou falando de algo muito bom, que é a experiência do Dízimo. Da devolução consciente, espontânea e livre. De um dízimo realmente alegre e confiante de que tudo o temos e somos recebemos das mãos amorosas e generosas de Deus.
O Ano Litúrgico vai chegando ao fim. Ainda mais um domingo, e se estará anunciando o Advento do novo ano. Por isso mesmo, o Evangelho fala do fim. Não do fim do mundo, mas da destruição de Jerusalém, que os judeus ligavam sempre ao fim do mundo. Ela é um prenúncio do fim dos tempos. Com a destruição de Jerusalém, termina a Antiga Aliança, e acontece a vinda de Jesus, que vem inaugurar a Igreja, o novo Povo de Deus.
Jesus fala da destruição de Jerusalém, em seguida a uma observação dos discípulos - sobretudo os que vinham da Galiléia - que se mostravam encantados com a grandiosidade e os adornos do Templo, glória do povo e da cidade. "Estais contemplando estas coisas - comentou Jesus -, mas dia virá em que não ficará pedra sobre pedra, que não seja demolida" (Lc 21,6). E, a partir daí Ele vai falando das confusões que vão acontecer, da perseguição e do ódio e, enfim, dos exércitos que virão cercar Jerusalém, prendendo e matando o povo e mandando cativos para outras nações.
E aqui Lucas traz uma palavra muito preciosa, que marca bem a distinção entre a destruição de Jerusalém e o fim do mundo: "Jerusalém será calcada pelos gentios, até que se cumpram os tempos das nações" (v. 24).
De todo o contexto das palavras de Jesus, duas admoestações são particularmente preciosas. A primeira é que não se deixe ninguém iludir por falsos profetas, que anunciam a chegada de Cristo. Isto está acontecendo mesmo nestes nossos dias. Não faltam grupos religiosos lunáticos, que anunciam a vinda de Jesus e o fim do mundo para já.
A segunda palavra de Jesus, a que devemos prestar especial atenção, é a exortação à esperança. No meio de todos os desastres e perseguições, Deus está conosco. "Nem um só cabelo cairá de vossas cabeças. Pela vossa perseverança é que haveis de salvar-vos" (Lc 21,18s). Na alma verdadeiramente cristã jamais morre a esperança. Mesmo quando as coisas nos, parecem obscuras, temos certeza da presença sábia e misericordiosa de Deus.
Estamos precisando de uma esperança bem viva, dentro de nós e no mundo em que vivemos. Tantos sinais de morte! Tantas ameaças! Tanta insegurança! Feliz daquele que não perder a esperança! E que puder transmitir esperança aos outros!
Ligando a liturgia de hoje com a proposta do Dízimo, podemos entender que nossa vida como cristãos católicos deve ser um constante testemunho das maravilhas que Deus realizou em nossas vidas e nunca desanimar diante das crises, medos e inseguranças.
Pois bem, irmãos e irmãs, a proposta hoje é essa, não vamos ficar presos por algo que ainda esta por vir, mas vamos fazer nossa parte agora na história e em nossa comunidade.
Seja dizimista e confie na generosidade de Deus. Eu sou dizimista e sou feliz. Participe você também desta alegria. Amém.
Um abraço e até a próxima.
LA TANISH
Vim falar de algo que pode mudar completamente a sua vida. De algo que pode fazer você se tornar uma cristão muito mais feliz e cheio de testemunho para dar aos outros.
A liturgia vem nos falar da destruição do templo o do fim do mundo, não quero jamais me opor a vontade e aos designíos de Deus, mas eu vim para mostrar para todos vocês que hoje uma forma totalmente nova de acreditar que o futuro não será de destruição, mas de construção, partilha, devolução, louvor e gratidão.
Hoje vim falar com vocês sobre a experiência rica e gratificante de Deus, experiência inovadora e construtora do Reino de Deus no meio de nós e de nossa comunidade.
Vim mostrar para vocês de final deste ano litúrgico, a importância de começar um novo ano com uma mudança radical em nossa vida.
Vocês devem estar se perguntando o que será essa novidade tão grande, esse milagre tão estupendo que poderá mudar tanto assim a minha vida?
Pois bem, irmãos e irmãs, estou falando de algo muito bom, que é a experiência do Dízimo. Da devolução consciente, espontânea e livre. De um dízimo realmente alegre e confiante de que tudo o temos e somos recebemos das mãos amorosas e generosas de Deus.
O Ano Litúrgico vai chegando ao fim. Ainda mais um domingo, e se estará anunciando o Advento do novo ano. Por isso mesmo, o Evangelho fala do fim. Não do fim do mundo, mas da destruição de Jerusalém, que os judeus ligavam sempre ao fim do mundo. Ela é um prenúncio do fim dos tempos. Com a destruição de Jerusalém, termina a Antiga Aliança, e acontece a vinda de Jesus, que vem inaugurar a Igreja, o novo Povo de Deus.
Jesus fala da destruição de Jerusalém, em seguida a uma observação dos discípulos - sobretudo os que vinham da Galiléia - que se mostravam encantados com a grandiosidade e os adornos do Templo, glória do povo e da cidade. "Estais contemplando estas coisas - comentou Jesus -, mas dia virá em que não ficará pedra sobre pedra, que não seja demolida" (Lc 21,6). E, a partir daí Ele vai falando das confusões que vão acontecer, da perseguição e do ódio e, enfim, dos exércitos que virão cercar Jerusalém, prendendo e matando o povo e mandando cativos para outras nações.
E aqui Lucas traz uma palavra muito preciosa, que marca bem a distinção entre a destruição de Jerusalém e o fim do mundo: "Jerusalém será calcada pelos gentios, até que se cumpram os tempos das nações" (v. 24).
De todo o contexto das palavras de Jesus, duas admoestações são particularmente preciosas. A primeira é que não se deixe ninguém iludir por falsos profetas, que anunciam a chegada de Cristo. Isto está acontecendo mesmo nestes nossos dias. Não faltam grupos religiosos lunáticos, que anunciam a vinda de Jesus e o fim do mundo para já.
A segunda palavra de Jesus, a que devemos prestar especial atenção, é a exortação à esperança. No meio de todos os desastres e perseguições, Deus está conosco. "Nem um só cabelo cairá de vossas cabeças. Pela vossa perseverança é que haveis de salvar-vos" (Lc 21,18s). Na alma verdadeiramente cristã jamais morre a esperança. Mesmo quando as coisas nos, parecem obscuras, temos certeza da presença sábia e misericordiosa de Deus.
Estamos precisando de uma esperança bem viva, dentro de nós e no mundo em que vivemos. Tantos sinais de morte! Tantas ameaças! Tanta insegurança! Feliz daquele que não perder a esperança! E que puder transmitir esperança aos outros!
Ligando a liturgia de hoje com a proposta do Dízimo, podemos entender que nossa vida como cristãos católicos deve ser um constante testemunho das maravilhas que Deus realizou em nossas vidas e nunca desanimar diante das crises, medos e inseguranças.
Pois bem, irmãos e irmãs, a proposta hoje é essa, não vamos ficar presos por algo que ainda esta por vir, mas vamos fazer nossa parte agora na história e em nossa comunidade.
Seja dizimista e confie na generosidade de Deus. Eu sou dizimista e sou feliz. Participe você também desta alegria. Amém.
Um abraço e até a próxima.
LA TANISH
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